SOBRE ANA
“Semi-nerd, semi-ruiva, semi-gay, gorda, e bem mais gorda pessoalmente ;)! Tem uma galera que me acha super gente boa, e minha mãe jura que eu sou linda! Amo andar descalça, mas de all star ou coturno também serve. Não vivo sem música mas não tenho uma banda preferida, tenho vícios musicais que vão e voltam. Amo filmes e séries, principalmente de ficção científica ou sobre vírus mortais que assolam o planeta… e sobre zumbis também. Amo coisas coloridas, mas costumo usar só preto… ou vermelho… ou roxo… ou estampas… Morro de vergonha quando me elogiam, morro de rir com Friends e morro de ódio no trânsito. Sou mega sagitariana (já percebeu pelas hipérboles, né?). Amo plantas, mas também amo asfalto. Deitar no sofá com meus gatos me acalma, almoçar com meus pais levanta meus ânimos, tomar cerveja com os amigos me renova… e eu adoraria ter muito mais tempo para os três. Passaria horas sentada no banco de uma praça olhando as pessoas passarem… E aí virei fotógrafa de pessoas! rsrsrs Costumo dizer que sou fotógrafa de famílias: fotografo famílias em casa, nas ruas, em parques e até em festas de casamento!!! Afinal, o que são os casamentos se não encontros de família, né?

A minha responsabilidade com os meus clientes é fornecer “gatilhos de memória”, pra que eles possam “re-sentir” tudo que viveram no dia do casamento deles. É mostrar pra eles o que eles não viram, ou até mesmo o que eles viram, mas do jeito que eu vi. É, de certa forma, compartilhar com eles o que eu senti quando me entreguei à eles e à família deles por completo naquele dia, e é também registrar com atenção todos os momentos marcantes daquele dia, levando em consideração a identidade deles, quem eles são. Busco focar menos em poses, lugares bonitos e decoração. O meu propósito é congelar o tempo naquele momento, retratar quem eles são de verdade e capturar da maneira mais real possível. Para que no futuro, eles olhem para suas fotos e vejam exatamente quem eles eram e como devem ser lembrados para sempre.

Acredito que a escolha do fotógrafo de casamento depende muito da empatia. O “santo” tem que bater! Passo muito tempo junto do casal, então se eles não gostarem de mim, vai ser muito mais difícil ter um registro natural, espontâneo, sem falsidade… Então, se você leu tudo isso aqui e achou que a gente se daria super bem, entre em contato! Vai ser um prazer te conhecer! =)”